sábado, 18 de setembro de 2010

EXTRA! ESTUDO DE UNIVERSIDADE AMERICANA MOSTRA COMO É POSSÍVEL FRAUDAR UMA ELEIÇÃO COM URNAS ELETRÔNICAS



Este vídeo foi produzido pela Universidade americana de Princenton, New Jersey e mostra como é possível fraudar uma eleição contaminando uma máquina de votar com um programa malicioso, um 'virus' (malware no jargão da informática). O audio é em inglês, porém com legendas em espanhol.

Segundo o site Fuerza Solidária, onde capturei este vídeo, informa que foi apresentado na Venezuela pela empresa ESDATA. A máquina tem um design bem mais avançado do que aquele das máquinas utilizadas no Brasil. Segundo o vídeo, o programa que essa máquina roda é produzido pela empresa Diebold que fornece o software para operações da Caixa Econômica Federal. Pelo menos nos caixas das lotéricas o programa é da Diebold, empresa americana de tecnologia.

Esta máquina, ao que parece, registra o voto e papel e emite um ticket que colocado numa urna permite a realização de auditoria o que já não é possível nas atuais urnas eletrônicas utilizadas no Brasil.

A cada eleição ressurge o assunto e cada vez mais especialistas de universidades importantes, como é Princenton, estão apresentando análises que comprovam a possibilidade de fraude.

Publiquei em post recente aqui no blog o caso da urna utilizada na Índia, onde um engenheiro provou que a urna eletrônica indiana, que é similar a brasileira, pode ser manipulada através de um telefone celular. O engenheiro indiano foi preso porque se negou a revelar a fonte que lhe entregou uma urna para a pesquisa.

Não se trata portanto de mais uma teoria conspiratória dessas que circulam pela internet, porquanto reportam estudos feitos por especialistas de vários centros de pesquisas tecnológicas e de universidades importantes. 

O assunto merece ser debatido de forma aberta e transparente. Quem tem alguma noção de informática sabe perfeitamente que em qualquer computador - e a urna é um computador - pode ser inoculado um malware, ou seja, um virus capaz de reorganizar o funcionamento da máquina e alterar o resultado final da contagem do votos, como é o caso da máquina de votar.
 

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